
Apedrejada
Manchada
De suor e sangue.
A todo instante
Clarão ofuscante
Da claridade
Penetrante.
O errado é o certo
O justo é o culpado
Tudo mudado.
O mundo virado.
Eu cansada
Fatigada
Canto a última
Do Caetano.
Quem sabe o encontro
No baixo
No riacho.
Despertador tocando
Vou parando
De escrever
Essa poesia(?)
Que saiu
Sem querer.
Márcia Andrade
Sem comentários:
Enviar um comentário